Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 26/06/2019

É inegável que o Brasil desde o período colonial até a sua industrialização recebeu um número enorme de europeus,africanos e japoneses, diversificando a miscigenação da população.No entanto, esse grande contingente de pessoas não receberam suporte do governo para a sua educação, levando ao analfabetismo.Sobre essa temática, cabe analisar sua situação atual.

De início, é notório que desde o século XV a corte colonial e portuguesa tiveram amplo acesso a educação, sendo alfabetizados e preparados para o seu contexto socioeconômico.Porém, a população que não era da alta hierarquia social foi marginalizada e negligenciada pelas políticas de educação no momento, o que levou a grandes revoltas e miséria social.E isso ainda ocorre em pleno século XXI, os indivíduos analfabetos não recebem suporte didático de qualidade para a sua letragem, dificultando suas chances de conseguirem um vida estável.

Além disso, segundo o site de notícias G1, o Brasil em 2015 possuía cerca de 29% de escolas com profissionais aptos a ensinar e inserir essas pessoas na sociedade competitiva, número ínfimo quando comparado aos demais estados do país.Evidência de que a política de educação pública é pouco eficaz em certas regiões.

Portanto,esses impasses que atordoam o processo de alfabetização no brasil precisam ser mitigados.O governo, por meio do Ministério da Educação (MEC), deve investir através de verbas públicas na área de educação, tanto na aquisição de profissionais treinados para lidarem com o aprendizado dos não letrados, quanto em materiais didáticos de qualidade para que o ensino flua de modo eficiente e aumente as chances das pessoas competirem na sociedade.