Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 03/07/2019
No século XVIII, o Brasil estava passando pelo período Pombalino, e suas ideias decorridas do iluminismo transformaram o ensino religioso em conteúdos mais científicos. Hodiernamente, a forma de educar não mudou, e ainda utilizamos este pensamento - acumulando falhas durante o percurso de aprendizagem-. Por um lado, é possível ver como as alternativas de mudar o ensino é complexa; e por outro, como a sociedade pode modificar a questão educacional.
Inicialmente, o analfabetismo funcional está presente em todos as camadas de ensino - cidadãos com o ensino médio ou com o ensino superior-. E assim, torna-se mais difícil desestruturar todas as fases de aprendizagem de uma sociedade. De acordo com o filósofo contemporâneo Bauman, a sociedade está passando por uma fase de liquidez, e com tudo, as relações, até mesmo educacionais, estão sendo ignoradas e relevadas em determinados pontos. Desta maneira, é incontestável não perceber a dificuldade de quebrar pensamentos e crenças, vindas de um momento conturbado do Brasil pelas idéias iluministas.
No entanto, a educação pode mudar a sociedade e seus conceitos. Desta forma, o filósofo Russeau, traz o seu conceito de contrato social, na qual, um pensamento coletivo influência sobre o indivíduo, e por conseguinte, muda a sua forma de pensar e agir. Portanto, é compreendível como pequenos atos em conjunto podem reduzir progressivamente um ensino incorreto.
Dessarte, o Ministério da Educação deve implantar leis de ensino mais eficientes e incentivar palestras sobre o assunto para os docentes e alunos, por meio de fiscalizações, debates e campanhas. Espera-se com isso, diminuir a quantidade de analfabetos funcionais, e devolver para a sociedade profissionais mais competentes em suas profissões.