Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 12/07/2019

Em meados do ano de 1549 com a chegada dos primeiro padres jesuítas deu-se inicio a criação de escolas assim surgindo uma relação entre estado e educação, todavia o estudo só era permitido para pessoas com elevada classe social. Atualmente um dos grandes problemas enfrentados no Brasil é o analfabetismo funcional. Isso ocorre devido a falta de políticas publicas para o oferecimento de oficinas cursos ou minicursos de leitura e interpretação. Outro fator que deve ser levado em consideração é a ineficiência do sistema de alfabetização atual.

Segundo pesquisas do G1 três a cada 10 pessoas são analfabetos funcionais no Brasil. Tal fato é alarmante, pois demonstra uma sociedade retrógrada que sobrepõe a importância do trabalho sobre a do estudo, Todavia atualmente são oferecidos alguns cursos de leitura e interpretação, mas são incapazes de suprir toda a demanda populacional. O número de analfabetos funcionais já reduziu bastante nesses últimos 15 anos. Reduzindo a taxa de analfabetos para dois a cada 10 trabalhadores.

De acordo com pesquisas da WWF mais de 65% dos alunos brasileiros não sabem reconhecer figuras geométricas simples. Isso é inadmissível, pois demonstra a ineficiência do governo em relação ao ensino básico. E o culpado por isso é o governo que não investe adequadamente em professores qualificados e materiais de estudo atualizados. E como resultado disso há um déficit nesses setores da escolaridade.

Tendo em vistas os problemas apresentados e com o objetivo de sana-los tem algumas medidas que devem ser adotadas para que haja a resolução deles, como por exemplo, o fim da ideia que a alfabetização se detém apenas na escola. E sim que o governo tome consciência de que deve investir para a alfabetização de pessoas já adultas e para que isso aconteça deve haver o inicio da criação de ONGs que atuem na educação pós-escola.