Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 12/07/2019

Analfabeto funcional é a denominação dada para pessoas com dificuldade de interpretar textos simples diante de um contexto literal. Atualmente, diante do avanço tecnológico da era que vivemos, é inadmissível que ainda existam pessoas nessas condições. De fato, o trabalho infantil, aliado a falta de investimento do estado na educação, são problemas que precisam ser enfrentados para acabar com o analfabetismo funcional no Brasil.

Segundo pesquisas do G1, quase 50% dos jovens estudantes de escolas públicas trabalham para ajudar na renda familiar. Sem dúvida, esse fato é alarmante, já que precede a existência de analfabetos funcionais. De fato, isso ocorre porque durante a infância, deve ser garantido à criança tempo para se dedicar totalmente a seus estudos, para garantir uma eficiência do seu aprendizado. De fato, se as crianças precisam trabalhar durante sua época de estudos, uma grande parte do sua formação acadêmica fica comprometida, gerando assim pessoas com dificuldades de interpretar até mesmo textos simples.

Outrossim, tem-se que a falta de investimento do governo em uma educação de qualidade é um problema a ser vencido. Contudo, Isso é inadmissível, pois demonstra que o governo está falhando como o seu dever. Indubitavelmente, a prova disso é que a maioria dos analfabetos funcionais frequentava a escola, entretanto não possuem habilidades previstas pelo Ministério da Educação. Assim, esses alunos saem do sistema de educação público sem uma boa formação e o governo não lhes garante nenhuma nova oportunidade de adquirirem o conhecimento perdido. De fato, o governo deve investir em dar novas chances para todos os adultos, que por algum motivo, não conseguiram absorver o conteúdo acadêmico quando deveriam.

Por fim, o Ministério da Educação deve unir forças com o poder nacional e criar centros acadêmicos, voltados para adultos que ainda não possuam uma boa leitura nem uma boa escrita. Urgentemente, devem ser contratados professores qualificados e bem pagos, que trabalhem com uma linguagem de fácil acessibilidade. Os centros devem ser construídos em cada região do país. Demais, o projeto deve ser financiado por parte da verba tributária, caminhando assim para o fim do analfabetismo funcional no país.