Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 26/08/2019

Um dos grandes impasses que permeia a sociedade brasileira é o analfabetismo funcional no Brasil. Nesse bojo, as observações de tal temática se evidencia na baixa qualidade da educação brasileira, bem como a ineficácia das políticas públicas. Desse modo, urge combater esse imbróglio.

De início, é pertinente afirmar ás falhas do modelo educacional do país Tupiniquin que inviabiliza os profissionais da educação averiguar o problema do analfabetismo funcional. A esse respeito, o ativista Nelson Mandela constatou que a educação é uma arma poderosa para mudar o mundo. De maneira análoga, percebe-se que só através do conhecimento é possível reduzir a incapacidade que algumas pessoas tem de interpretar o que se lê. Isso perpetua os séculos devido ao modelo de ensino que não se atenta para as especificidades de cada aluno. Nesse contexto, cabe ainda avaliar que a má formação pode acarretar em sérias consequências para os indivíduos como a exemplo da exclusão de processos seletivos que requerem interpretação textual. Assim, torna-se lógico compreender a necessidade da reformulação da didática nas aulas de modo, a aumentar a interação entre aluno e professor.

Outro ponto relevante, nessa temática, relaciona-se a questões políticas. Nesse viés, cabe destacar a Constituição cidadã  de 1988 que garante a todos cidadãos uma educação eficiente. Essa noção potencializa interpretar que é dever do Governo prover a educação de qualidade a todos cidadãos, o que destoa do analfabetismo funcional que é tão pertinente no Brasil. Sob essa ótica, é válido lançar um olhar crítico aos dados do Instituto Nacional de Pesquisas e Estatísticas (INEP) que averiguou um percentual de 25% da população como incapazes de entender o que se lê. Nesse cenário, é válido lançar um olhar crítico ao baixo investimento na educação. Logo, percebe-se que de acordo com o filósofo Jhon Locke, o Estado não cumpriu com o contrato social entre ele e a sociedade nas suas responsabilidades de assegurar a todos uma educação de qualidade.

Infere-se, portanto, a acareação desse impasse. Nessa lógica, para que isso ocorra é necessário que o Governo que tem como finalidade regrar e organizar a sociedade deve por meio do Ministério da Educação usar de suas ferramentas para realizar cursos, seminários e cartilhas nas instituições escolares direcionadas aos educadores. Isso, deve ser ministrado por Doutores da Educação para promover nos mestres a capacidade de estimular nos alunos habilidades de criticidade, hábito de leitura e a exposição do entendimento do que se leu, com o intuito de diminuir o analfabetismo funcional. Com a prática dessas ações espera-se alcançar uma diminuição das estatísticas lamentáveis do Inep. Pois como dizia o filósofo Oscar Wilde ’ O primeiro passo é o mais importante para o crescimento de uma nação'.