Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 01/09/2019

O antigo Presidente Getúlio Vargas fundou várias escolas e instituiu mais academias para formar professores. Entretanto, o Brasil evidência o retrocesso na educação pública em geral. Com efeito, o analfabetismo funcional no país mostra-se cada vez mais crescente pelo predomínio da baixa qualidade de ensino e ausência de incentivo à leitura.

Sob um primeira análise, o ensino público no país é desvalorizada com baixo investimento em escolas pelo Governo brasileiro. A esse respeito, apenas 8% da população entre 15 e 64 anos é plenamente capaz de entender e se expressar corretamente. Ocorre que, esses números poderiam ser melhores se projetos fossem colocados em prática pelos políticos.

De outra parte, ausência de campanhas de incentivo à leitura é crucial para o aumento do analfabetismo funcioal no Brasil. Nesse viés, projetos de oferecimento de oficinas de leituras, cursos ou minicursos de leitura deveriam ser impostos pelo Governo e noticiado para despertar o interesse da população. Desse modo, a educação não se torna algo seletivo, mas inclusivo para todos.

Impede, pois, que o analfabetismo funcional deve ser um tema tratado com relevância . Para isso, é necessário de mais investimentos de políticas públicas no âmbito da educação para a base de uma sociedade alfabetizada e campanhas por meio da mídia televisiva com projetos para diversas regiões. Os indivíduos, por sua vez, pode questionar a ação do Governo por intermédio das mídias sociais  para que políticos se sintam pressionados.