Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 04/09/2019
A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, prevê a todo cidadão acesso a saúde, segurança e educação de qualidade. No Brasil, entretanto o que se encontra é uma educação deficitária que reflete em altos índices de analfabetismo funcional. Nesse sentido, convêm analisar os índices de analfabetismo funcional e as problemáticas que levam a essa conclusão.
A principio, pode-se destacar o analfabetismo funcional é um fenômeno no qual pessoas alfabetizadas , em todos os níveis, sabem ler, escrever, porém, não conseguem interpretar o que foi lido. Essa problemática se dá devido a um deficit no ensino básico, aonde os alunos aprendem a ler, mas não desenvolve o hábito da interpretação, refletindo anos mais tarde um alto índice de analfabetos funcionais. Dados analisados pelo IBGE estimasse que mais de 50% da população sofre com esse deficit, comprovação alarmante que infelizmente não entra em debate nos grandes fóruns educacionais.
Em segundo momento analisa-se que o analfabetismo funcional é um grande desafio para a educação brasileira a medida que o país apresenta baixos índices de leitura. O hábito de ler contribui para um melhor desenvolvimento cognitivo. O site G1 afirmou que o brasileiro ler em média 2,43 livros por ano, isso retarda o desenvolvimento populacional. Estimular à leitura e desenvolvimento criativo.
Diante dos fatos supracitados é necessário estimular a leitura entre os alunos, tal fato será concretizado com projetos elaborados por professores e equipe pedagógica levando a leitura através de rodas literária, oficinas de história e áreas de leitura dentro da sala de aula. Desse modo os alunos terão uma base escolar que estimula a leitura e potencializa a carga interpretativa afim de superar o analfabetismo das futuras gerações e pondo em prática uma educação de qualidade como garante a Constituição Federal brasileira.