Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 27/09/2019
No filme, A Menina que Rouba Livros, conta a história de Liesel, uma menina que roubava livros em plena a Segunda Guerra Mundial, o amor pela leitura fez com que sobrevivesse a uma guerra cruel e momentos tristes. No entanto, atualmente, nota-se um grande número de pessoas que, apesar de serem alfabetizadas, não conseguem escrever e interpretar textos, esse é o caso de um analfabeto funcional. Dessa maneira, faz-se indispensável enfrentar essa realidade com uma postura crítica.
A princípio, torna-se capaz de perceber que no Brasil o ensino público é defasado. Percebe-se que o ensino escolar não evoluiu, pois ainda ocorre da mesma maneira que há décadas atrás. Portanto, a evolução tecnológica faz-se um obstáculo na educação, uma vez que os alunos estão mais preocupados com o celular ao invés do ensino em sala de aula. Diante disso, o filósofo Paulo Ghiraldelli Jr. diz que o burro é aquele que empaca, é aquele que, segundo o brasileiro, diante de uma pequena dificuldade de raciocínio, ele para ou desiste, pois analfabetismo funcional é uma burrice e como tal é um mal.
Desse modo, ao mesmo tempo em que as redes sociais sejam uma distração, também pode ser uma solução para a situação. Os dados da pesquisa do Instituto Paulo Montenegro corroboram no que diz respeito às influencias das redes sociais no analfabetismo, entre os analfabetos funcionais, 12% enviam mensagens escritas e escrevem comentários em publicações do Facebook, 14% leem mensagens escritas e 13% curtem publicações. Visto que, o Facebook está cheio de textos, imagens, exige escrita, por isso revela uma potência desses suportes digitais como estimulador do retrocesso do alfabetismo, as redes sociais se tornaram maneiras rápidas e fáceis de combater o analfabetismo, mesmo que lentamente.
Fica claro, portanto, que ainda há entraves para assegurar a construção de um mundo melhor. Destarte, faz-se imprescindível que ocorra a elaboração por parte da equipe pedagógica das escolas em conjunto com o Ministério da Educação de atividades e programas interativos para o ambiente de sala de aula, tal como: aulas de educação física e literatura. Para despertar o interesse por parte do aluno, com o objetivo de que as escolas sejam um ambiente de interação diferenciado. Assim como também por parte de ONG´s com campanhas das redes sociais para que o estimulo a interpretar e relacionar textos e memes por parte da sociedade, com finalidade que o analfabetismo funcional seja ínfimo. Conforme tais medidas, um futuro melhor e com o estimulo a leitura estará à diante da sociedade.