Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 05/10/2019

No atual panorama social brasileiro, é notório constatar que o analfabetismo prático perpetua-se na dificuldade de ler e interpretar textos linguísticos e está contíguo no índice de desenvolvimento escolar do indivíduo, uma vez que o propósito da leitura é determinada pelo uso benéfico do cotidiano. Tal conjuntura é custoso para a cidadania obter qualidade de vida, pois ler e escrever vai além de decifrar códigos do nosso alfabeto: Logo é preciso o domínio pleno da leitura para decodificar o mundo à fora.

Nesse sentido, é vigente a correlação da linguagem com o que de matéria nela, Por exemplo.: Identificar nomes dos mercados por saber que naquele lugar é onde se compra comidas. Essa situação ocorre devido a necessidade recorrente que a pessoa tem de estar perante ao consumo de alimentos. Consequentemente, o sujeito passa a ser analfabeto funcional por não manusear habilidades básicas de texto que pode ser o entendimento da escrita de acordo com o vocabulário. Esse cenário fica evidente pelo índice nacional de analfabetismo (INAF).

Ademais, na década de 1960 o Brasil vinha crescendo com trabalhadores rurais sem acesso a escola e ao ensino básico. Tal circunstância emana a exclusão participativa da sociedade em educação. Apesar disso, o Educador Paulo freire elaborou um método de alfabetização baseado na experiência de vida das pessoas, Como amostra: O trabalhador podia construir outras palavras através do uso fonético da palavra “cimento” que é habitual na sua rotina.

Portanto, para reverter esse quadro cabe ao Ministério da educação e cultura elaborar um projeto  educacional que estimulasse a ler e escrever. Isso deve ocorrer por meio de abordagens multidisciplinar, nas escolas, praças públicas e no trabalho, recorrendo  politicas públicas estimulando a compreensão literária prescrita nos textos e a oferta de alfabetização para aqueles que nunca obteve o grau escola pelo sistema EJA. Assim, com essa ação seria possível reduzir o analfabetismo funcional no Brasil.