Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 08/10/2019

Configura-se como analfabeto funcional o indivíduo que reconhece números e lê pequenas frases, porém, apresenta grande dificuldade de interpretação. Sob tal ótica, o analfabetismo funcional refletir uma má estrutura educacional que afeta o campo socioeconômico do país. Dessa forma convêm analisar as principais consequências desse impasse.

Mormente, o filósofo Mário Sergio Cortella, afirma que o analfabetismo funcional é um crime social. Analogamente, muitos jovens sofrem com tal problema, devido a uma má estrutura educacional, fazendo com quê haja uma descrença na educação e o estudante abandone a instituição de ensino, geralmente, antes do ensino médio aonde iria se aprofundar nos conhecimentos da língua portuguesa. Situação essa que, lamentavelmente, têm acontecido de maneira recorrente no Brasil trazendo entraves preocupantes à realidade da população em questão.

Em segunda análise, somente 4% de um grupo com 50 pessoas tem domínio pleno da leitura e interpretação de texto. Analogamente, o analfabetismo funcional têm ligação direta com as altas taxas de desemprego, pois, em muitas entrevistas de emprego o candidato precisa responder um questionário ou produzir um texto, e por consequência da dificuldade de interpretação e produção de texto, acaba perdendo a vaga. Dessa maneira, é necessário que políticas públicas reavaliem o atual sistema de ensino.

Portante, o analfabetismo funcional é um problema individual que afeta o campo econômico do país. Nessa lógica, o Estado com o Ministério da educação e trabalho deverá promover projeto em comunidades carentes e escolas públicas e privadas, com palestras e atividades interativas, sendo ministradas por educadores da área, afim de mostrar a importância da educação na vida do cidadão. Com efeito de melhorar o desenvolvimento humano e econômico do país e diminuir o índice do analfabetismo funcional no Brasil.