Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/10/2019
Segundo a Constituição Federal promulgada no ano de 1988, a educação é um direito de todos e um dever do Estado e da família. Nesse contexto, mesmo tendo conhecimento desse fato, há ainda, no Brasil, uma considerável taxa de analfabetismo, principalmente nas regiões menos desenvolvidas do país, como o Norte e o Nordeste, evidenciando que os brasileiros não estão usufruindo desse direito que cabe à eles. Logo, isso tudo demostra o descaso dos governantes com as regiões mais pobre e com a educação, mostrando a falta de investimentos na educação básica.
Em primeira análise, o filósofo Immanuel Kant dita que “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”, isso mostra a importância da educação na vida do cidadão. Bem como, o Brasil é um país subdesenvolvido, assim a taxa de analfabetismo é pequena se comparada aos países pobres, mas é alta se comparada aos países de Primeiro Mundo. Além disso, os últimos governos do país têm diminuído cada vez mais os investimentos na educação, querendo impor novas maneiras de educar, desde o ensino primário até o ensino superior, sem contar os cortes de verbas públicas do atual governo que são destinadas a vários setores da educação. Assim, tudo isso dificulta a chance de o analfabetismo deixar se der um problema para o cenário nacional.
Ademais, o filme “Mãos Talentosas: A História de Ben Carson” retrata como a leitura pode ajudar no crescimento pessoal e social de um indivíduo. Nesse contexto, os brasileiros não possuem o hábito de ler e, no mundo globalizado no qual se vive, muitos preferem ficar horas na internet do que iniciar uma leitura construtiva que pode auxiliar na criação de um senso crítico. Além disso, o mundo de hoje é baseado em comunicação e relações sociais, a alfabetização faz com que as pessoas tenham conhecimento e saibam se portar em tempos modernos. Sendo assim, quem for analfabeto terá grande dificuldade de se integrar na sociedade contemporânea do século XXI.
Enfim, é evidente que o Estado deve intervir para que o número de analfabetos no Brasil diminua. Logo, o Ministério da Educação deve melhorar no ensino público, priorizando o letramento desde o ensino fundamental, investir também em bibliotecas públicas, incentivando a leitura de toda a população, jovens e adultos e oferecer mais recursos aos professores para que as aulas sejam mais interessantes e possam prender a atenção do aluno. Além disso, o Ministério de Desenvolvimento Social deve dar mais atenção as regiões mais pobres, pois são são nesses lugares que a maioria da população analfabeta vive. Desse modo, civilizado e democrático, que os brasileiros podem ter um ensino de qualidade e afirmar que a educação é o melhor meio para o desenvolvimento do cidadão.