Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 27/10/2019

Analfabetos funcionais: a importância da escola

De acordo com o pensador Imannuel Kant:“O homem é oque a educação faz dele”, o pensamento do filósofo remete que o ensino na formação do indivíduo, futuramente caracteriza seu modo de viver e pensamento no âmbito social.No que implica ao fato de que muitos jovens em desenvolvimento educacional, não mantém uma ampla leitura e muito menos tem seu senso crítico estimulado.

A princípio, um dos fatores com intuito de reduzir essa problemática é o incentivo a leitura. Segundo o poeta Mario Quintana:“Os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprender a ler mas não leêm”, com base nesse pensamento é possível deduzir que a leitura não só tem importância no  processo de alfabetização do indivíduo, como também no seu desenvolvimento interpretativo e na melhora na qualidade da prática de leitura.Logo, aqueles que não leêm estão mais suscetíveis a alienação e ignorância, e uma sociedade com essas características está propensa a graves riscos, como ditaduras e governos totalitários.

Ademais, é preciso de fato promover o censo crítico dos indivíduos em formação. O pensador suíço Jean Piaget critica o sistema educacional atual, que na formação de seus alunos não estimula o pensamento crítico e a reflexão de ideias, apenas limitando-os a seguir o modelo padronizado de ensino. Por conseguinte, os adolescentes não são incentivados a ideias de reflexão, e acabam não desenvolvendo seu raciocínio, o que dificulta diretamente na falta de interpretação textual e argumentação dos estudantes.

Portanto, é essencial que haja a redução do problema de analfabetismo funcional na sociedade. Para isso, O MEC deve seguir o modelo de ensino emancipatório postulado pelo filósofo Theodor Adorno,que tem como fundamento estimular o pensamento crítico por meio de debates incluindo problematizações em assuntos de importância sociocultural Brasileira.Para que a geração futura tenha a leitura como rotina e o alívio de não ter o risco repetir o passado. â ô ê