Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 28/10/2019

No livro “Utopia” de Thomas More é retratado uma sociedade perfeita, no qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na comunidade brasileira do século XXI, são obstáculos que podem ser solucionados com a ajuda do Governo. Dessa forma, é inegável que o investimento em educação básica e a implementação de políticas públicas são meios para a redução do analfabetismo funcional.

Em primeira análise, a Declaração Universal dos Direitos Humanos- feita em 1948 pela Organização das Nações Unidas- assegura a todos os indivíduos o direito á educação de qualidade. Porém, esse principio não é seguido no Brasil, tendo como um dos principais empecilhos a falta de ensino básico público de qualidade. Consequentemente, o analfabetismo funcional vem se tornando a cada ano mais presente no Brasil.

Além disso,  consoante o pedagogo brasileiro Paulo Freire, a leitura não é apenas decifrar códigos ou não repetir palavras, mas sim entender o real significado daquele conjunto de informação. Não obstante, a massa de educadores visam apenas o desenvolvimento da escrita e leitura sob a perspectiva da codificação. Por consequência, os índices que são divulgados apontam apenas a diminuição do analfabetismo sem considerar o aumento linear do funcional. Assim, faz-se necessário por em prática a tese de Freire de que “alfabetizar é conscientizar”.

Destarte, com o intuito de mitigar a problemática, são necessárias algumas medidas. Para tanto, o Ministério da Educação com o Governo Federal devem promover a melhoria no ensino básico público, por meio do investimento em palestras para professores e para a coordenação das escolas- como também no aumento dos salários desses profissionais na área da educação- com o objetivo de reduzir o analfabetismo funcional. Soma-se ainda que, sejam implantadas políticas públicas, por meio do oferecimento de oficinas, cursos ou minicursos de leitura e interpretação, para que haja a amenização dessa questão no Brasil.