Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 29/10/2019
Em 1934, durante o governo de Vargas, a educação brasileira foi modificada, com o intuito de formar técnicos para servirem a reforma interna. Assim, mesmo com tal modificação, atualmente, o país verde e amarelo sofre com o analfabetismo funcional, no qual, o indivíduo não tem a capacidade de interpretar os diferentes tipos de textos e nem efetuar cálculos matemáticos básicos, em que isso é bastante presente por motivos de que ainda há uma educação sem base, além de professores não tão bem qualificados. Dessa forma, portanto, vê-se que esse problema é maior frequente por motivos de omissão do Estado diante do óbice, como também, pela falta de incentivo familiar para uma melhor educação dos filhos.
É válido destacar, em primeira análise o que afirmou Pitágoras, que é necessário educar as crianças para que não seja preciso castigas os homens. Nesse viés, pode-se afirmar que a educação nas terras tupiniquins é falha, no que tange a base educacional, quando refere-se à formação de cidadãos capacitados e com potencial de saber ler e interpretar o que leu, uma vez que, de acordo com o Jornal da Record, apenas 70% da população, com formação superior, são proficientes na leitura e na escrita. Por conseguinte, essa falta de intervenção do Estado na grade curricular educacional, faz com que o Brasil tenha um elevado número de profissionais sem ao menos conseguir compreender textos nem proceder cálculos matemáticos.
Outrossim, pode-se enfatizar que metade da população brasileira, entre 15 e 64 anos, tem dificuldade em entender as diferentes formas de textos, segundo, também, o Jornal da Record. Nessa perspectiva, boa parte disso deve-se a falta de uma qualificação dos professores, pois grande parte dos aprendizados do indivíduo são decorrentes da escola, no qual são proferidos por estes profissionais. Consequentemente, quando não há professor apto a formar cidadãos com boas interpretações, os alunos concluem o ensino sem serem propícios de um bom desemprenho no entendimento da leitura.
Dessa forma, entende-se, portanto, que a educação brasileira não forma indivíduos como realmente devem ser formados, pois há um déficit quando refere-se ao domínio da leitura e compreensão. Por isso, é necessário que o Governo, por meio do Ministério da Educação, deve modificar o ensino, como a reforma do ensino médio, no qual, prese um estudo mais focado e eficiente, além de uma capacitação dos professores proferidos para os alunos brasileiros, para que estes tenham uma melhor qualificação escolar. Além disso, a família deve emitir uma educação aos filhos com incentivo ao estudo desde pequenos, já que são seres ainda em formação e levarão o aprendizado até a faze adulta. Assim, no Brasil, ocorrerá o que disse Pitágoras, em que não será preciso corrigir os homens.