Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 31/10/2019

Segundo a lei de Newton, a lei de inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando o percurso. O analfabetismo funcional, vem crescendo gradativamente no Brasil; deixando em alerta o Ministério da Educação sobre este impasse.  A combinação de fatores de faltas de influências à leitura e falta de políticas públicas acabam contribuindo para a situação atual.

Em primeiro análise, segundo dados do IBGE de 2019, 30% da população maior que 15 anos , são analfabetos funcionais, é primordial que um indivíduo que faz parte de uma sociedade, não apenas saiba o básico, como; ler e escrever, mas saiba também interpretar texto, que é um dos meios para ativar seu senso crítico. Com isso, na visão determinista do século XIX, afirma que o homem é fruto do seu meio; por isso, a falta de influência tanto familiar quanto governamental, acabam contribuindo para a situação atual do analfabetismo funcional.

Segundo a constituição brasileira, é dever do Estado garantir educação a população, por vias políticas. Contudo, como já mencionado os dados do IBGE, é nítido que essa educação  ao combate do analfabetismo, ainda é escasso. É necessário um sistema qualificado para abordagem deste problema, que incluía o poder público; pois, enunciava Mandela ‘‘A educação é a nossa maior arma para mudar o mundo’’. Desse modo, torna-se evidente a mudança do percurso para a extinção.

Em suma, medidas relevantes são primordiais para  resolução do impasse que resulte a mudança no percurso. Seria importante, o MEC em parceria com professores de humanas, intensificarem aulas de interpretação de texto, e fazendo debates nas escolas, para que assim melhorem seu senso crítico e tenham conhecimentos de mundo; outrossim, professores fazerem palestras com os pais, para que incentivem seus filhos  a criarem o hábito de ler; para que assim os dados atuais diminuam. Só assim a força descrita por Newton mudará o percurso, e a nossa maior arma será a educação.