Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 25/02/2020

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita,na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o analfabetismo funcional no Brasil apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto pelo ensino básico de baixa qualidade, quanto pela Falta de políticas públicas para o oferecimento de oficinas, cursos ou minicursos de leitura e interpretação.Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Precipuamente, é fulcral pontuar que o analfabetismo funcional deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, o ensino básico de baixa qualidade, permite problemas futuros na grade curricular da alfabetização. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a Falta de políticas públicas para o oferecimento de oficinas, cursos ou minicursos de leitura e interpretação como promotor do problema. De acordo com o site todo estudo, o Governo Federal deveria observar mas de perto as instituições de ensino. Partindo desse pressuposto, a distância entre governo federal e os estados e municípios (que ministram o dinheiro público destinado às escolas de ensino básico) é imensa. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que o descaso governamental contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar o analfabetismo funcional, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio dos agentes governamentais, será revertido em cursos de leitura e interpretação de texto, através de educadores capacitados para tal cargo. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo do analfabetismo funcional, e a coletividade alcançará a Utopia de More.