Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 29/07/2020
De acordo com a Constituição Federal do Brasil, é dever do Governo assegurar à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade do acesso as escolas aos cidadãos brasileiros. Entretanto, o não cumprimento desta lei é evidente, uma vez que muitas das pessoas sabem ler e escrever, mas não conseguem interpretar textos ou frases simples e não possuem o devido encaminhamento para as instituições de ensino. Com base nesses dados, é ingênuo acreditar que a redução do analfabetismo não vem sendo negligenciado pelo Governo ao longo dos anos.
Sendo assim, é indubitável que a questão das alternativas para reduzir o analfabetismo funcional e sua aplicação estejam entre os fatores que atenuam o problema. Nesse contexto, é importante enfatizar que o Governo não vem levando isso a sério, dessa forma, sendo negligente com a população brasileira. Nesse espectro, é válido analisar que o desconhecimento acerca das pessoas saberem ler e escrever, mas não interpretar textos e frases simples influi em comportamentos inadequados contra os brasileiros. Segundo o filósofo pré-socrático Heráclito, “Nada é permanente, salvo a mudança”.
À luz disso, o curta-metragem brasileiro “A Vida Que a Gente Só Ouve Falar” mostra a outra face do analfabetismo no Brasil, revelando uma relação especial de quem não sabe ler e nem escrever com cada letra do alfabeto e mostrando como é a vida de uma ex-vereadora e de um zelador de uma escola que transformam a percepção da linguagem, quando o saber depende de ouvir. Desse jeito, a sociedade se faz plenamente responsável pela situação atual de tal problemática. À vista disso, de acordo com o IBGE cerca de 11,3 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais de idade ainda são analfabetas.
Destarte, fica evidente a tribulação do analfabetismo funcional no Brasil. Tornando, assim, indubitável a importância do Governo Federal, mediante o Ministério da Educação, formarem novas maneiras para que todos estejam integrados à escola para, assim, poder ter uma qualidade de ensino adequada, criando novas leis para que não haja a exclusão de classes sociais, garantindo, dessa forma, uma utilização que, de fato, integra os indivíduos e promove a plena construção de conhecimentos. Dessa maneira, cabe a mídia o papel de promover campanhas publicitárias e debates em horários nobres com informações sobre tal problemática, fomentando a importância de saber ler, escrever e interpretar textos adequadamente no país. Sob essa perspectiva, a fim de que esse conjunto de questões de cunho social e educacional sejam cada vez menos recorrentes na sociedade brasileira, visto que garantir a segurança e o bem-estar da população é garantir a ordem e o progresso.