Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 27/05/2020

Segundo o sociólogo francês Émile Durkheim: “o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido”. Nessa conjuntura, é válido refletir acerca dos meios para superar o analfabetismo funcional no Brasil. Sendo assim, a falta de políticas públicas com destaque na educação brasileira e a baixa escolaridade contribuem para a problemática.

A principio, convém analisar a precariedade de políticas públicas relativas a educação. Conforme dados do Indicador de Analfabetismo Funcional, expostos no site de notícias Gazeta do Povo, quase 10% da população, apenas, consegue se expressar, compreender e interpretar corretamente. Nesse sentido, é inadmissível um país possuidor de uma constituição cidadã permita um índice tão alto. Diante desse cenário, faz-se urgente a formulação de uma ação para combater essa realidade.

Outrossim, a baixa escolaridade do brasileiro contribui para o analfabetismo funcional. Segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, somente 40% da população possui o ensino médio completo. Por isso, existe uma necessidade inquestionável de um aumento no financiamento escolar.

Portanto, medidas são cruciais para combater essa realidade. Em primeiro plano,  cabe ao Estado junto às empresas privadas de educação analisar criteriosamente as necessidades de um ajuste no financiamento estudantil e a possibilidade de investir em pesquisas. Isso, pode ser feito por meio do aumento de políticas públicas educacionais. Em síntese, estas políticas públicas e pesquisas podem ser financiadas pelos fundos educacionais. Em segundo plano, cabe a sociedade civil mostrar a sua indignação frente ao analfabetismo funcional nas redes sociais. Só assim, o efeito, a longo prazo, os indivíduos compreenderão o contexto que estão inseridos.