Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 26/07/2020

“O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.” com essa frase do filósofo Immanuel Kant infere-se sobre a estrema importância a educação do indivíduo para que com seus desenvolvimentos os indivíduos e os progressos da sociedade. Em vista disso, a desigualdade social e a falta de políticas publicas para o oferecimento de oficinas, cursos ou minicursos de leitura e interpretação corroboram o analfabetismo funcional.

Em primeira análise, vale ressaltar que, o brasil passou por processos históricos relevantes como a abolição da escravatura. Desse modo no dia 13 de maio de 1888, a lei aboliu a escravidão. Por esse ângelo, as pessoas negras não tinham dinheiro ou terras para se manterem e muito menos tinham direito a educação. Assim a maioria das pessoas que são analfabetos funciona são negras. Segundo o instituto brasileiro de geográfica e estatística ( IBGE) divulgou que 9,9% das pessoas são pretas ou pardas.

Em segundo lugar, o instituto pró-livro (IPL) mostrou uma pesquisa que 56% dos brasileiros tem o costume de ler e ainda sabem muito pouco. No entanto observa-se a falta de políticas públicas para o oferecimento de oficinas, cursos ou minicursos de leitura e interpretação. Assim torna-se cada vezes mais difícil para as pessoas criarem o seu hábito.

Portanto, medidas devem ser tomadas pelo o estado e pelo o ministério da educação para minimizar o grau de analfabetos funcionais no brasil. Deveram criar projetos de Aceleração Educacional (PAE). Através do governo federal, verbas, fiscalização e aumentar os salários dos professores. Ne sentido, fica evidente de uma boa educação e baixara o nivel de grau de analfabetos e estará ajudando ao combate aos preconceitos raciais e um mundo justo para todos.