Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 16/10/2020

Segundo o Indicador De Analfabetismo Funcional (INAF) trinta a cada cem brasileiros são analfabetos funcionais,  ou seja, têm limitações para interpretar textos e fazer operações matemáticas. Tal fato ocorre devido à deficiência no ensino das escolas brasileiras e a falta de incentivo por parte dos reponsáveis dos alunos.

A priori, cabe analisar a ineficiência no ensino brasileiro favorece o analfabetismo funcional no Brasil. Nesse viés, o escritor Darcy Ribeiro criou o conceito “Pacto de Mediocridade”, no qual profere que os docentes, mal remunerados, fingem que ensinam e os alunos fingem que aprendem. Sendo assim, formam-se discentes leigos que não conseguem se quer compreender o que é lido.

Outrossim, a ausência de colaboração nos estudos por parte familiares também é fator contribunte. Nesse contexto, segundo o Artigo 205 da Constituição Federal de 1988, a educação também é dever da Família. Todavia, esse encargo não vem sendo cumprido, o que corrobora para o alto índice de analfabetos funcionais no país.

Portanto, é necessário buscar alternativas para minimizar o problema. Por isso, cabe ao Ministério da Eduação, junto as Secretarias Educacionais dos estados criar projetos nas escolas, por meio de palestras e atividades lúdicas que integrem pais, professores e alunos, a fim de gerar maior incentivo aos estudos. Ademais, é necessário que as Escolas criem turmas de reforço, em horário extra classe, com intuito de ajudar aqueles que sentem dificuldades em interpretar textos ou efetuar operações matemáticas. Assim, gradativamente a taxa de analfabetos funcionais no Brasil irá diminuir.