Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 11/12/2020

A desigualdade social está presente na vida da população desde a era feudal , aonde o acumulo de riquezas estava nas mãos dos nobres. Uma vez que as coisas não mudaram muito, pois o acumulo de riquezas ainda existe, outro fator se torna preocupante, o analfabetismo funcional. Conforme a sociedade eletizada possue uma boa educação, a classe trabalhadora fica as margens da sociedade em relação aos estudos.

Visto que de acordo com o INAF (Indicador de Analfabetismo Funcional), 3 a cada 10 brasileiros são analfabetos funcionais, o que significa que muitos brasileiros sabem ler e escrever, mas não sabem interpretar um texto simples. Além disso, outro dado da Folha São Paulo é alarmante, pois menos de 70% das pessoas que possuem diploma são proeficientes na escrita e na literatura.

Ademais, jovens pobres de 15 a 17 anos tendem a abonar seus estudos por questões economicas de acordo com a UOL. Por isso, o analfabetismo é uma questão também economica, pois os adultos entre 15 a 64 anos de classe pobre são a maioria dos que possuem dificuldades em escrever e interpretar textos.

Assim sendo, o MEC (Ministério de Educação e Cultura) junto ao Governo Federal deve promover cursos de literatura gratuitamente nas regiões perifericas, pois não só os jovens como os adultos também poderiam ter acesso. Dessa forma, por meio da construção de centros educacionais, com bibliotecas, professores e acesso a internet teríamos mais pessoas proeficiente no Brasil. Portanto, como Kant dizia: “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, porquê a educação é a base de uma nação.