Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 15/10/2020
A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, prevê que todos tenham direito à educação. A realidade, entretanto, é diferentes do que garante a Carta Magna pelo alto número de analfabetos. Nesse sentido, é possível afirmar que alternativas devem ser propostas para reduzir o analfabetismo funcional. Isso se evidencia pelo abandono dos estudos e controle dos cidadãos com menor grau de escolaridade.
Em primeiro lugar, a evasão escolar agrava essa problemática. Ao encontro disso, segundo dados do portal de notícias G1, a maioria dos estudantes que abandonam a escola não conseguem retornar em outro período. Sob esse aspecto, é visível a dificuldade em realocar, nas instituições de ensino, jovens e adultos que não concluíram a alfabetização. Desse modo, infelizmente, é inegável a existência de um obstáculo em retomar os estudos como um dos pontos mais alarmantes para agravar esse triste fenômeno social.
Além disso, o analfabetismo funcional contribui para a manipulação dos cidadãos. De acordo com Darcy Ribeiro, antropólogo brasileiro, a crise na educação é projetada, o que revela o intuito de muitos líderes injustos em controlar grande parcela da população para obter benefícios pessoais. É, pois, inadmissível essa realidade de desigualdade e corrupção, relacionado ao controle das pessoas, continuar perpetuando em nosso país e contribuir com a permanência de uma educação precária.
Dessa forma, é de suma importância combater o analfabetismo funcional. O governo, portanto, deve criar alternativas para que todos tenham uma educação de qualidade. Isso acontecerá por meio da fiscalização de escolas municipais e estaduais, com auxílio de maiores verbas para essas instituições públicas e um programa de assistência aos indivíduos que desejam retomar os estudos. Espera-se, com isso, assegurar os direitos estabelecidos pela constituição cidadã e diminuir tanto a evasão escola quanto a manipulação das pessoas menos escolarizadas.