Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 09/12/2020

A palavra analfabetismo significa falta de instrução, sobretudo elementar (ler e escrever). E, analfabetismo funcional é quando o individuo é capaz de ler, mas não de compreender. No Brasil, segundo dados do Indicador do Analfabetismo Funcional (Inaf), cerca de 29% da população é analfabeta funcional. Em síntese, é necessário que sejam observadas as causas da problemática e seus impactos para que ajam soluções aplicáveis.

Em primeira análise,  a falta do incentivo a leitura contribui para formação de indivíduos analfabetos funcionais. Segundo o filosofo Rene Descartes “Ler um bom livro é como conversar com as melhores mentes do passado…”. Ou seja, ler serve para refletir sobre vários temas, inclusive, sobre o cotidiano. De acordo com dados do site Agência Brasil, os brasileiros leem em média 5 livros por ano sendo 50% lidos totalmente e 50% incompletos. Quando se tem o hábito da leitura a interpretação vem naturalmente, assim como a escrita. Diante disso, a falta do incentivo a leitura é uma das causas do analfabetismo e precisa ser combatida.

Além disso, um dos principais e mais perigosos impactos causados pela falta de compreensão de textos são as Fake News. De acordo com matéria publicada no site O TEMPO cerca de 86% dos analfabetos funcionais entrevistados utilizam Whatsapp. Pelo fato dessas pessoas não entenderem o que lêem não sabem identificar se a noticia é verdadeira ou não e acabam por compartilhar. Assim, é visível que o analfabetismo funcional pode causar problemas como a disseminação de falsas informações.

Portanto, é dever do Ministério da Educação criar programas para ajudar os analfabetos funcionais a compreenderem textos e serem mais responsáveis com o que compartilham em suas redes sociais. Ademais, deve-se haver maior incentivo à leitura por maio de redes sociais, programas de tv e escolas. Espera-se com ações que o analfabetismo funcional seja diminuído no Brasil.