Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 31/12/2020
Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948,a Declaração Universal dos Direitos Humanos,prevê o direito à educação de boa qualidade a todos os indivíduos.Conquanto,tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a questão do analfabetismo funcional,dificultando,desse modo,a universalização deste direito social tão importante.Diante dessa perspectiva,faz-se indispensável a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Ademais,é fundamental apontar a desigualdade socioeconômica como impulsionador do analfabetismo funcional no Brasil.De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística),a maior parte dos analfabetos funcionais é resultado da evasão escolar,com a explicação de que as pessoas decidem abandonar os estudos porque precisam trabalhar para garantir seus sustentos.Logo,é inadmissível que esta situação continue a perdurar no país.
Infere-se,portanto,que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor.Para isso,é imprescindível que o Governo Federal faça a implantação do ensino à distância grauito,a fim de facilitar o acesso à educação de qualidade,além de promover campanhas publicitárias por meios midiáticos que incentivem os estudos.Paralelamente,o Ministério da Educação deve aplicar,mensalmente,atividades que testem o progresso dos estudantes,principalmente em relação à capacidade de interpretação textual e formulação de argumntos próprios.Dessa forma, o Brasil poderá superar a problemática do analfabetismo funcional.