Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 02/11/2020
A Constituição de 1988 prevê a todo cidadão o pleno direito à educação e ao bem estar social. No Brasil, entretanto, a evasão escolar e a falta de acesso aos ambientes de aprendizagem tem feito com que o analfabetismo se elevasse de forma alarmante na sociedade brasileira. Nesse contexto, nota-se que o problema deve-se não apenas à negligência do Estado, como também ao preconceito de muitas pessoas.
Inicialmente, a falta de mobilização Estatal representa um motivador fundamental para o problema. Referente à isso, a Lei da Inércia, de Isaac Newton, afirma que a tendência de um corpo é permanecer constante quando não há nenhuma ação sobre ele. Nesse sentido, é inadmissível que, com as altas taxas de impostos pagas pelo cidadão brasileiro, o Estado não esteja investindo em soluções para atenuar a questão do analfabetismo no país, o que não só impede a formação instrucional do indivíduo, como também dificulta inserção desse no mercado de trabalho.
Além disso, o repúdio social com pessoas que possuem dificuldade em ler, interpretar e falar está intimamente relacionado ao tema. De acordo com o Portal Noticiasconcurso, muitos analfabetos deixam de procurar uma instituição de aprendizagem pelo medo de sofrerem bullying por não saberem o básico da instrução escolar. Infere-se, com isso, que o ato de aversão à alguém representa uma barreira para a redução do analfabetismo funcional no país, uma vez que impede as pessoas de buscarem conhecimentos para exonerar esse triste problema.
Portanto, para reduzir o entrave, é preciso que o Governo, junto com a mídia (difusora de ideias e formadora de opiniões), crie campanhas de incentivo à busca pelo aprendizado, disseminando essas em canais de televisão, sobretudo os com mais audiência, por meio de verbas públicas, na finalidade de atenuar o analfabetismo no país.