Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 29/10/2020
O analfabetismo pode ser compreendido como uma falta de aprendizado sobre o alfabeto e da sua utilização como códigos, o que alavanca em uma dificuldade de ler e escrever, já o analfabetismo funcional atua de maneira que afeta na capacidade que as pessoas tem de compreender e interpretar textos, mesmo sabendo ler e escrever, o analfabeto funcional é um indivíduo que reconhece as letras mas não desenvolvem a habilidade de interpretar.
Os funcionalmente alfabetizados correspondem à 71% da população, mas se dividem em elementares, proficientes e intermediários, é possível dividir a população analfabeta em vários aspectos também, como os que não são capazes de ler, os que não são capazes de interpretar e os que tem dificuldades em se comunicar e expressar. É essencial que haja um investimento pesado para prevenir que a taxa de analfabetos funcionais aumente, assim como há um esforço para diminuir a quantidade de analfabetos.
Um analfabeto funcional, por mais que tenha mais chances de construir uma vida e ser inserido no mercado com mais facilidade do que um analfabeto total, se torna um problema a partir do momento que se encontra com outros dependendo dele, e sua incapacidade de interpretação contamina seu local de trabalho, estudo entre outros que ele possa frequentar e que são atingidos pela sua limitação.
A ausência de políticas públicas pode ser sustentada pelos resultados do analfabetismo funcional nos cargos públicos, é necessário que o Ministério da Educação invista, principalmente em escolas públicas e do Estado, em aulas e palestras especiais que incentivem e encorajem alunos a treinar suas produções textuais, visando uma certificação gerenciada pela escola, para que o aluno possa se informar melhor sobre os benefícios do aprendizado, a fim de que a taxa de analfabetos funcionais diminua e as gerações de estudantes estejam cada vez mais inspiradas a aprender e fazer a diferença no futuro do país.