Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 04/11/2020
Atualmente, o analfabetismo funcional alcança um número considerável de brasileiros, cerca de 13 milhões, acaba sendo muito preocupante a quantidade. O entendimento da escrita cuneiforme era socialmente desigual, uma vez que seu acesso estava restrito apenas para as elites. Esses altos índices de analfabetismo funcional contemporâneo evidenciam que essa desigualdade educacional acaba fazendo com que a parte da população sem recursos sofressem discriminação sendo excluídas e tendo e dificuldade na comunicação. A esse respeito, vale destacar a baixa qualidade do ensino e a inoperância estatal.
A educação brasileira, de modo geral, é extremamente precária, contendo vários problemas, deficiências infraestruturais e ensino básico insatisfatório. As escolas nacionais não cumprem suas funções sociais de modo eficaz, como apontam dados coletados pelo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), que revelam que mais de 13% dos brasileiros formados no ensino médio são analfabetos funcionais. Percebe-se uma enorme dificuldade de contextualização e compreensão, sobretudo, em interpretá-lo de uma forma mais reflexiva.
A leitura logo vira um tormento nada desafiador, especialmente, quando os textos tornam-se um pouco mais extensos. O Brasil adotou o ideal iluminista e republicano no plano instrucional, que defende a obrigatoriedade do Estado em garantir o acesso à educação formal dando uma chance para quem não tinha a oportunidade. De acordo com estudos do pesquisador Antenor França Júnior, da Universidade Federal do Paraná, apresentado em 2013, um amplo conjunto de medidas é necessário para reverter essa situação no Brasil. Contudo, os governantes tem que tentar atender a população adulta analfabeta e combater essa mazela social. Com isso, é inadmissível que haja descasos estatais em relação às formações pessoal e profissional dos brasileiros.
Portanto torna-se evidente, Investimentos devem ser priorizados.as escolas públicas e privadas, por meio de parcerias com o Ministério da Educação, devem, além de investir em infraestrutura em casos de prédios sucateados, realizar profundas reformas curriculares melhorando o ensino básico e superior a fim de reduzir o analfabetismo dos jovens. Aliás é papel do Governo Federal necessário que tenha alfabetização gratuita, o que amenizará as desigualdades educacionais e ampliará as oportunidades profissionais desses indivíduos. Assim, o Brasil estará mais distante da realidade dos povos sumérios.