Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 04/11/2020
Atualmente no Brasil, 6,6% da população é considerada analfabeta, cerca de 11 milhões de pessoas, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita em 2019, onde pessoas de varias idades, sendo crianças e adultos, não sabem ler nem escrever. E ainda muitas pessoas detro desses 93,4% de alfabetizados, podem ser consideradas analfabetas, onde elas possuem um diploma que comprova a alfabetização, onde sabem ler e escrever, mas são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas, sendo diagnosticadas com analfabetismo funcional, o que não é bom para o brasil, podendo dar uma má reputação e deixa-lo menos desenvolvido.
Esse fator não prejudica só o brasil, ele também prejudica a própria pessoa, onde ela não consegue ler, entender sua leitura, escrever corretamente e fazer calculos matematicos, o que atrapalha ela no dia a dia, deixando ela “debilitada”. Conforme uma pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, o que é ruim pois ler é importante, sendo parte do dia a dia de muitas pessoas, sendo muito importante também pois apartir dos livros adquirimos muito conhecimento.
Para resolver esse problema o governo deve criar escolas públicas e incentivar os adolescentes e crianças a começar a ler livros com frequência, aprofundando seu conhecimento na língua portuguesa, com a ajuda de livros complexos, onde os alunos devem analisar e interpretar; Para os mais velhos o governo pode fazer uma escola para adultos, reencinando eles o que aprenderam quando pequenos, ajudando eles a ter uma melhor interação social, diminuindo o analfabetismo funcional do Brasil.