Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 04/11/2020

Atualmente, o analfabetismo funcional alcança um número considerável de brasileiros, cerca de 13 milhões. Refletir sobre esse preocupante índice é uma forma de estabelecer uma engrenagem para erradicar com o analfabetismo e todos os aspectos que o sustentam: discriminação, exclusão e dificuldade em comunicação.

Em primeiro lugar, a educação brasileira, de modo geral, é extremamente precária, haja vista a existência de inúmeros problemas. Consequentemente, as escolas nacionais não cumprem suas funções sociais de modo eficaz, como apontam dados coletados pelo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), que revelam que mais de 13% dos brasileiros formados no ensino médio são analfabetos funcionais.

Ademais, o analfabetismo funcional também é causado pela falta de hábito de leitura. Uma pesquisa realizada pelo Ibope aponta que 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro. Com o constante avanço tecnológico, a ascensão virtual passa a ser um elemento bastante presente, e assim, cada vez mais, o hábito da leitura se desconcilia do ambiente social.

Logo, fica nítido a importância do aprendizado, que segundo Kant - “O homem é aquilo que a educação faz dele” - é essencial para a construção do caráter e do intelecto do homem, e, consequentemente, seu papel político, econômico e social no país, sendo necessário uma ação conjunta das instituições para esse objetivo.

Logo, cabe ao Governo Federal promover melhorias no ensino básico, oferecendo oficinas de Português e Redação faz-se necessário, como também promover projetos de incentivo por meio da liberação de mais verba à área em questão possibilitará a capacitação dos alunos em compreender e escrever melhor. Ademais, é preciso que os cidadãos cobrem dos governantes mais investimento na educação e melhores salários aos discentes, já que o professor é o profissional que capacita todas as outras profissões