Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 04/11/2020

Analfabetos Funcionais

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, há cerca de 38 milhões de analfabetos funcionais no Brasil ,contudo, percebe-se que esse número vem aumentando constantemente. Nessa circunstância, há dois fatores que não podem ser ignorados, como a incapacidade dos institutos de educação em fornecer informações didáticas para uma melhor compreensão do estudante e a insuficiência do interesse por parte deles.

A  Constituição Federal de 1988 assegura que é dever do Estado promover o pleno desenvolvimento educacional dos brasileiros.  Dados do Indicador de Alfabetismo Funcional mostram  que mais de 13% dos brasileiros formados no ensino médio são analfabetos funcionais. Dessa forma, é necessário que ocorram reformas educacionais voltadas ao solução dessa realidade.

De acordo com Paulo Freire, a educação é essencial para se mudar uma sociedade. Nesse contexto, é visto que as escolas de ensino básico, em tese, deveriam ser a base para essa educação. Porém, observa-se o contrário, pois em sua grande maioria, os professores não se preocupam em ajudar os alunos a desenvolverem habilidades críticas e de compreensão. Dessa forma, os jovens se limitam a estudar com o objetivo de atingirem a nota média para passar de ano.

Portanto, fica imprescindível que o Ministério da Educação ofereça uma melhor qualidade as escolas brasileiras com intenção de reduzir os índices de analfabetismo realizando  uma reforma pedagógica no ensino básico com intuito de melhorar capacidade didática dos professores a fim de entregar um razoável entendimento aos estudantes. Além do mais, o Governo Federal tem a obrigação de estimular os estudantes por intermédio da criação de propagandas em canais abertos e palestras com a finalidade de despertar seu senso crítico e sua interpretação textual, assim aprimorando a educação no Brasil e diminuindo o numero de analfabetos funcionais.