Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 04/11/2020

O analfabetismo tem sido um alvo constante de descriminalizações, preocupações e desrespeitos na sociedade brasileira, o que já não é tão novidade assim em nosso País, pois esse problema está escrito em nossa história dês da época do Brasil colonial, quando os escravos não tinham uma alfabetização, viviam em um ambiente instável, sendo humilhados e desrespeitados por causa disso todos os dias. O impasse continua até hoje, sendo perceptível que as raízes históricas e ideológicas do Brasil dificultam a resolução desse problema.

Em primeiro lugar, devido a muitos problemas como a infraestrutura insuficiente e educação básica insatisfatória, em geral, a educação no Brasil é preocupante, ocupando então o 53º lugar em educação, entre os 65 países avaliados (PISA) e que mesmo com o programa social que estimulou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda permanecem fora da escola (IBGE).

Segundo o IBOPE, o analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009, sendo 34%, os alunos que chegam ao 5º ano da escola que ainda não conseguem ler; 20% são os jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita.

Diante desses dados, devemos questionar o progresso, e chegar à conclusão de que se a sociedade está progredindo, a escola também deve acompanhar esse ritmo. No entanto, podemos constatar que o desenvolvimento da sociedade adaptou em certa medida a escola à uma nova vida moderna, mas não garante a melhoria do nível de escolaridade.       Portanto, cabe ao Ministério da Educação Investir na infraestrutura e realizar um fortalecimento da educação básica e da reformulação dos métodos de ensino, priorizando a interpretação de textos e cálculos básicos afim de reduzir o índice de analfabetismo dos futuros jovens brasileiros.