Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 04/11/2020

Por um lado, o ensino público de base está em colapso e as escolas não conseguem atender a quantidade de alunos necessária da população da classe média e baixa. Do outro lado, escolas de ensino privado de base são altamente caras e somente a elite consegue ter acesso ao saldo necessário. Assim, deve-se melhorar o ensino de base para o livre acesso de todas as classes, entendendo que a alfabetização é seu ponto maior e  a compreensão de tetxos é importante, assim sabe-se que uma parcela significativa ainda não possui este conhecimento.

O analfabetismo funcional é a incapacidade de um indivíduo de conseguir analisar e entender textos, mesmo que consiga compreender as palavras por ser alfabetizado ou até operações matemáticas, segundo o Brasil Escola. Assim, pode-se afirmar que, de acordo com a Agência Brasil, 29% das pessoas podem ser consideradas com esta condição no território brasileiro.

Assim, com a dificuldade de interpretação de textos e contas, há uma incapacidade de conseguir empregos, o que consequentemente fará o mercado de trabalho estar em colapso. “Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.” Com essa frase de Sócrates, pode-se entender que se não reavaliar o sistema educacional e acessível, pode-se ter um mal que é o analfabetismo e a queda de empregados no Brasil.

Assim, o governo juntamente ao Ministério de Educação (MEC) deve incentivar o apoio financeiro em escolas públicas de acesso de base e escolas para pessoas maiores de idade que quiserem voltar aos estudos, além de cursos técnicos que possam profissionalizar não só os estudantes, mas possam oferecer ajuda na questão funcional do analfabetismo. Isso ocorrerá por meio do financiamento do Estado, para que haja pessoas formadas e com ciência funcional, além de já conseguir um acesso profissionalizante para ter um trabalho futuramente.