Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 04/11/2020
No Brasil, cerca de 38 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos são consideradas analfabetos funcionais, segundo o Indicador do Analfabetismo Funcional (Inaf) em 2018. Apesar da grande quantidade populacional de analfabetos e das tentativas de diminuir esse número, esses brasileiros não tem alternativas viáveis para solucionar o problema. Desta forma, é necessário a adoção de formas mais eficazes por parte do Estado.
De acordo com o artigo 205 da Constituição Federal, a educação é direito de todos os cidadãos e obrigação do Estado e da família. A educação deve ser promovida para o desenvolvimento integral das pessoas, preparando-se para o exercício da cidadania e obtendo qualificação para o trabalho. O analfabetismo muitas vezes deixa os indivíduos à margem da sociedade. Aprender a ler e escrever na idade adequada não afetará a aprendizagem do indivíduo, mas também lhe permitirá ter mais direitos de acesso à informação, ampliando sua capacidade expressiva e aumentando melhores possibilidades de oportunidades pessoais e profissionais.
Mesmo a educação brasileira ser um dever do Estado, de modo geral, é bastante precária, já que apresenta vários problemas, como ensino básico insatisfatório e deficiências nas infraestruturas. Resultado disso, as escolas não cumprem de forma eficaz seu papel na sociedade. Dessa forma, é preciso que ocorram mudanças nas escolas para que se solucione esse problema no Brasil.
Portanto, o Ministério da Educação, em parcerias com as escolas públicas e particulares, devem, investir na reforma do currículo escolar, com o intuito de reduzir o analfabetismo entre os jovens, além disso, é importante que haja uma reforma nos prédios escolares que estejam em mas condições.