Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 04/11/2020
Analfabetismo funcional no Brasil.
O Brasil é um país exemplar quando o assunto é fauna e flora, ou quando o assunto é acolhimento. Porém quando o assunto é educação, o posto de exemplo passa longe. O país tem um alto número de analfabetos, e um número maior ainda de analfabetos funcionais. Que são pessoas que até sabem decifrar frases simples, mas não tem a capacidade de ler um texto um pouco mais elaborado, mais bem escrito. E isso em um país tão grande é muito prejudicial.
Ler e escrever são coisas que se aprendem ainda nos primeiros anos de escola, porém no Brasil, o incentivo para trabalhar melhor a arte que é ler, e escrever, é pouco desenvolvida. E quando é desenvolvida só para fazer uma redação e passar no vestibular. E o resultado é simples, e muito visível nos dias de hoje, onde temos uma cultura literária rica, porém poucos realmente a exploram.
O ministério da educação ja assumiu que no Brasil temos entorno de 16 milhões de analfabetos, o que é sim um número alarmante. Porém com o analfabetismo funcional esse número aumenta e muito, tendo cerca de 38 milhões. O que é totalmente prejudicial, pois cerca de 25% da população brasileira não tem a capacidade de interpretar as próprias leis, ou até mesmos textos mais simples, e isso abre brechas para muita injustiça e gente sendo passada para trás.
Visto que o problema não é apenas atual, mais um problema vinco de gerações, o Ministério da educação deveria rever as formas com que conduz a educação brasileira. Uma vez que nossa educação é para fazer prova e não para aprender. A solução é mais simples e fácil que parece, porém necessita de empenho e tempo, coisas que não vemos vindo de órgãos públicos. Com um investimento maior em literatura, e matérias que envolvem mais texto, as crianças passariam desde pequenas a gostar de ler, e com isso melhorando muito esse número dos 25%, e a população se tornaria muito mais sábia.