Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 04/11/2020

“A alfabetização é mais, muito mais, que ler e escrever. É a habilidade de ler o mundo, é a habilidade de continuar aprendendo e é a chave da porta do conhecimento”. O educador e filósofo brasileiro, Paulo Freire, diz sobre a importância da leitura e cita que quem tem a habilidade de ler, abre as portas para grandes oportunidades. Sendo assim, o analfabetismo no Brasil se da pela falta de acesso e motivação dos cidadãos, consequentemente, as pessoas que não tem capacidade de compreender textos simples, a exclusão social e a falta de capacitação profissional.

Como principal causa, temos a infância, muitas crianças não sentem a necessidade de ingressar em uma escola por assumirem outras obrigações, como trabalho infantil e cuidados domésticos. Deste modo, desde a infância, há uma crescente perda de interesse. Outra causa, é que infelizmente o Brasil não tem infraestrutura de abrigar tantos alunos para a alfabetização. Muitos jovens moram afastados da escola e tem problemas com o trajeto. Concluindo, apenas pessoas privilegiadas tem acesso à educação e deste modo, temos o menor indice de analfabetismo.

Por conseguinte, a falta de leitura e compreensão de textos cria uma grande barreira entre o indivíduo e a sociedade. Deste modo, menos oportunidades são geradas e ocorre o aumento da desigualdade. Segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo entre brancos, negros e pardos é muito grande. Os brancos apresentam uma taxa de 3,6% entre as pessoas que tem 15 anos ao mais. Já para os pretos e pardos, a taxa é de 8,9%.

Para resolver esse impasse, o MEC (Ministério de Educação e Cultura)  deve criar programas, que incentivem pessoas mais velhas a aprender a ler e escrever. Através de, de campanhas de conscientização, que motivem a leitura e o aprendizado, assim, novas oportunidades surgirão e a ocorrerá uma grande diminuição da desigualdade no Brasil.