Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 04/11/2020

O analfabetismo funcional é denominado para aqueles indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas, embora as melhoria do acesso às escolas tenham crescido muito, existe aproximadamente em todo planeta 750 milhões de jovens e adultos que não sabem ler nem escrever, arredondando 10% da população do mundo enfrenta problemas de ler e escrever, essa situação que muitos vivem acaba resultando na exclusão dentro da sociedade e diversas áreas.

É muito amplo falarmos que não saber ler e escrever é analfabetismo funcional, existe diversos conceitos e identificações sobre analfabetismo, entretanto a causa desses é a mesma, alguma falha da educação, seja ela por não ser de fácil acesso, não ser afetiva ou mesmo não existir em determinado local, dado isso é inviável querermos arrumar uma solução brilhante que resolvera tudo, a dificuldade da educação ou o investimento na educação é um conjunto de fatores políticos, econômicos e sociais.

Quando somos crianças por muitas vezes não tomamos liberdade de querer fazer uma escola e ter aulas, nossos pais ou responsáveis assumem e garantem irmos a uma escola pois sabem a importância da alfabetização, entretanto existe muitos casos de crianças sem esses pais e responsáveis para faze-las terem uma educação e podem crescer sem saber escrever ou ler, quando mais velhas se não forem alfabetizadas por muitas vezes acabam não correndo atrás, talvez por desinteresse, vergonha ou acessibilidade.

Existe diversos projetos hoje para diminuir esse numero de analfabetismo, como incentivos da leitura e divulgações em redes sociais, entretanto isso é uma parcela, muitas pessoas não conseguem chegar perto de um sarau ou muito menos de uma rede social, então a Prefeituras juntamente com voluntários de escolas (Alunos e professores) se oferecerem a fazer trabalhos em pequenos municípios, casas mais espalhadas, podendo até ser como um projeto escolar/voluntariado, esses jovens e professores, estarão preparados com o devido material, o foco seria para crianças mais fáceis de lidar com 7 anos para cima, com os alunos ensinando o contato é diferente, de jovem para jovem, orientados por professores e financiados pelo governos regionais e apoiados por suas escolas não teriam um fim lucrativo mas com um objetivo de instigar o maximo aos jovens a buscar livros e estudar, aos adultos e mais velhos uma oportunidade de deixarem uma esclusão social para tras.