Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 05/11/2020
Alfabetizar para viver
Os desenhos rupestres nas cavernas da Serra da Capivara no estado do Piauí demonstram o quão necessário se fazia a prática de rabiscar, de registrar um significado dentro de uma só figura com inúmeras conotações culturais.
Hordialmente, se verifica que entender o cerne de uma figura, de uma leitura ou de um simples gesto tem causado dificuldade de entendimento para algumas pessoas, o que caracterizaria um analfabetismo funcional que pode ser associado a causas como um fraco municiamento escolar, mas também uma característica contrária a isto: constante bombardeamento de informações contemporâneas por um tempo ínfimo para absorvê-la. importante lembrar que o ensino no Brasil, anda vagarosamente, com a falta de incentivo a leitura e interpretações de situações, além de seu incentivo para uma qualificação no mercado de trabalho que tem deixado a desejar por falta de políticas públicas aplicadas do ensino infantil ao médio, resultando em profissionais sem proatividade, sem criatividade para um mercado de trabalho cada vez mais complexo com exigência de pessoas qualificadas.
Ademais, com o advento das tecnologias, da internet e todo aparato informacional em que criou uma certa sedentarizarão, transformou atitudes simples antes abraçadas manualmente pelas pessoas, hoje transferidas para máquinas ou a robótica ou que trouxe um certo “relaxamento” Em função disso, deve ser proliferado por políticas públicas federais e estaduais, como o Ministério da Educação e as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, publicidades que esclareçam sobre a importância da leitura para evitar o analfabetismo funcional e a importância da criatividade e proatividade no mercado de trabalho.