Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 10/11/2020

“O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, já visionava Immanuel Kant. Mal sabendo ele que, atualmente, o ensino não seria concedido de maneira igualitária a todos, causando problemas como a redução no número de alfabetizados no país. Há, por isso, uma discussão massificada nos meios telecomunicativos sobre o analfabetismo funcional no Brasil. Aliás, esse é um assunto que envolve não só o preconceito contra a vítima, mas também a qualidade de ensino ofertada. Todavia, um ponto é fundamental: apesar de ser desafiador amenizar os efeitos de tal problemática, é possível vencê-los com a adoção de medidas eficazes.

Em primeira instância, essa situação é um problema, pois o analfabetismo funcional acarreta preconceitos contra a vítima, conforme pode ser visto no filme “Um sonho possível”, em que Big Mike, a personagem principal é adulta e ainda não sabe ler ou escrever, o que torna ele inseguro e faz com que deixe até mesmo crianças ridicularizem-no. Assim, elas geram consequências como a desmotivação no processo de ensino aprendizagem. Tais fatores deixam clara a gravidade do percalço.

Em segunda instância, esse problema é difícil de ser resolvido, porque “A injustiça em um lugar qualquer é uma ameaça à justiça de todo o lugar”, já visionava Martin Luther King, mal sabendo ele que o analfabetismo funcional é um reflexo da má qualidade de ensino ofertado. Assim, ocasiona lacunas em adquirir conhecimentos básicos no âmbito da leitura, escrita e interpretação. Dessa forma, é visível que o assunto em estudo é desafiador.

Diante desses fatores, é inegável que o analfabetismo funcional no Brasil exige a adoção de medidas eficazes. Uma delas cabe à psicopedagogos reduzirem os preconceitos contra alunos com dificuldade de aprendizagem, por meio de palestras nas escolas com alunos e pais acerca da temática, para evitar constrangimentos. Por fim, é de responsabilidade do MEC melhorar a qualidade do ensino ofertado, por intermédio de uma reforma na matriz curricular do ensino básico, incluindo alas de reforço para quem possuir dificuldades, com o intuito de reduzir os índices de analfabetismo no país. Com tais atitudes, é possível solucionar o problema.