Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 16/11/2020
Há tempos discute - se sobre o analfabetismo funcional, que é a incapacidade que uma pessoa demonstra ao não conseguir compreender e interpretar textos, mesmo que pequenos. No Brasil, esse tipo de analfabetismo, infelizmente, é comum e atinge muitos brasileiros.
É importante ressaltar que o analfabetismo funcional abrange todas as idades da população brasileira, segundo a matéria exibida na Record, quase metade da população entre 15 e 64 anos sabe ler e escrever porém tem enorme dificuldade de interpretar e produzir textos. Esse tipo de pessoa, infelizmente, é comum e esta pelo Brasil inteiro.
Nos dias hordienos, é comum o uso frequente das redes sociais, inclusive pelos analfabetos funcionais. Segundo um estudo realizado pelo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), cerca de 86% deles usam o WhatsApp e 72% são usuários do Facebook. Entretanto, o fato deles não saberem interpretar e não terem capacidade analítica, faz com que fiquem mais propensos a acreditarem e espalharem as fake news. Ainda mais devido a facilidade de comunicação e compartilhamento que essas mídias atuais oferecem.
Em virtude do que foi mencionado, é possível perceber um grande problema educacional no Brasil. Cabe ao Ministério da Educação promover campanhas nas escolas que incentivem os alunos a desenvolver o hábito da leitura e a praticarem produções textuais, alternativas importantes para diminuir o analfabetismo funcional estrutural. Como consequência, diminuirá o número de jovens que saem da escola com essa deficiência e melhorará a qualidade da educação ofertada no Brasil.