Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 05/12/2020

“Uma criança, um professor, um livro e um lápis podem mudar o mundo.” Esta frase da ativista Malala Yousafzai demonstra a importância da educação, porém nem sempre ir para a escola faz com que uma criança seja considerada alfabetizada, é necessário também esforço e dedicação. O analfabetismo funcional é definido pela dificuldade de interpretação de textos simples, apesar da capacidade de leitura e da posse de um diploma. Tal problema tem como base a desigualdade social e a falta de incentivo à educação e leitura.

Em uma primeira análise, é perceptível que uma importante causa desse problema no Brasil é a pobreza. Ela traz como consequência a necessidade de crianças ajudarem na renda familiar o que causa a evasão escolar e a diminuição do tempo de estudo. Com isso o estudante estuda somente para tirar uma nota mediana e acaba não absorvendo os conteúdos abordados.

Em uma segunda análise, é essencial ressaltar que a falta de estímulo também é um agravante. Crianças e adolescente necessitam de supervisão e encorajamento para manter o foco nos estudos e a carência dessa atenção pode provocar o desinteresse e aversão à escola. A escassez do estímulo à leitura também compromete na capacidade de compreender textos. De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura do Instituto Pró-Livro, 44% da população não lê e 30% nunca comprou um livro. Portanto, é perceptível a necessidade de promover tal ação.

Diante disso, pode-se dizer que o analfabetismo funcional é um grande problema e deve ser solucionado. Logo, é necessário que o Ministério da Educação( MEC), por meio da separação de parte de suas verbas e de organização de campanhas, incentive e mostre a importância da educação, a fim de conscientizar os jovens, o que reduzirá o analfabetismo funcional no Brasil.