Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 06/12/2020
Analfabetos são pessoas que, embora reconheçam letras e números, não são capazes de compreender textos simples e realizar operações matemáticas mais complexas. Segundo o Inaf, a alfabetização pode ser dividida em quatro níveis: analfabetismo, alfabetização elementar (ambos considerados analfabetos despachados), alfabetização elementar e alfabetização plena (os dois últimos são considerados para pessoas com desvios ajustados).
Segundo dados da Pnad divulgados, em 2015, 8% dos brasileiros com 15 anos ou mais não sabiam ler e escrever a escrita do país (25). De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (25), a taxa de analfabetismo de brasileiros com 15 anos ou mais caiu pelo quarto ano consecutivo ) . O índice é estimado em 8% da população (12,9 milhões de pessoas). Em 2014, foi de 8,3%; em 2013, foi de 8,5%; em 2012, foi de 8,7%. Em todas as regiões do país, um taxa de analfabetismo caiu, exceto na região Norte, que passou de 9% para 9,1% após quatro quedas consecutivas. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, o índice de analfabetismo no Nordeste continua se mantendo no nível mais alto do país.
A alfabetização geral em leitura está diminuindo entre todos os entrevistados que concluem o ensino fundamental ou superior, de acordo com um estudo que usa um teste de leitura, escrita e matemática. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmo os mais simples e disponíveis no dia a dia, dificuldade para o desenvolvimento intelectual.