Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 08/12/2020
De acordo com o 1º artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos(DUDH), “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em direitos”. No entanto, isso não ocorre quanto ao analfabetismo funcional no Brasil contemporâneo, cujo índice de ocorrência é alto. Com isso, pode-se citar a população ignorante e a má qualidade educacional como problemas a esse paradigma.
De início, cabe ressaltar que uma população ignorante pode atrapalhar o alfabetismo de muitos brasileiros. Diante disso, segundo Betinho, “Um pais não muda pela sua economia, política ou ciência, muda sim pela sua cultura”. Nesse sentido, é evidente que ocorre uma cultura ilusionista instaurada na sociedade, cujo propósito estagna o avanço do pais. Isso porque, muitas pessoas, por possuírem algum certificado de conclusão escolar, acham que são capazes de dominar a língua portuguesa e não se consideram analfabetos funcionais, justamente por não ter tal informação, de que se enquadra nesse âmbito, mesmo possuindo diplomas. Visto isso, exemplifica-se: segundo o site “administradores”, menos de 70% daqueles que possuem diploma conseguem ser eficientes na leitura e escrita. Dessa forma, é necessário ações mutuas entre o Estado e iniciativas privadas para reduzir a ocorrência desse problema, evitando assim, equívocos como a proliferação de noticias falsas.
Outrossim, vale salientar que a má qualidade educacional também pode ser apontada como um problema. De acordo com Mandela," A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". Nessa perspectiva, fica claro o papel da escola para o progresso da sociedade, formando cidadãos capazes de lidar com o cotidiano. Entretanto, muitas instituições possuem um sistema falho, visto a enorme quantidade de analfabetos funcionais, pois é notório, principalmente em escolas públicas, alunos em classes cujo nível de ensino é elevado para o respectivo intelecto, deixando claro a ocorrência de fatores que não condizem com a norma educacional, como a passagem de ano indevida por parte de coordenadores. Desse modo, destaca-se a importância da fiscalização nas escolas para reduzir atos indevidos que são frequentes nas instituições.
Portanto, é necessário que medidas sejam tomas a fim de amenizar o quadro atual. Para isso, cabe ao governo federal, por meio da mídia, informar a população sobre os “sintomas” do analfabetismo funcional e guiar-los com o auxilio de passo-a-passos, o modo de extingui-lo. Tais medidas ocorrerão, para que se haja uma sociedade mais formalizada que eleve o patamar da interpretação em geral. Além disso, cabe ao Ministério da Educação, por meio de funcionários públicos, fiscalizar as ações das escolas e seus respectivos coordenadores, a fim de evitar possíveis fraudes acadêmicas. Somente assim, será possível obter um sociedade igualitária em direitos como é dito na 1ª DUDH.