Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 09/12/2020

A constituição Federal de 1988,documento jurídico mais importante do pais, prevê em seu artigo 6°, o direito a educação como inerente a todo cidadão. Contanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a analise dos fatores que favorecem esse quadro.

Primeiramente, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o analfabetismo. Segundo as ideias do filosofo iluminista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpri sua função de garantir que os cidadãos desfrutem dos direitos indispensáveis. No entanto, tal cenário nada mais é que um reflexo da sociedade brasileira onde pessoas como poucos recursos não tem acesso ao básico da educação escolar, o que indica que a democratização é um processo lento.

Ademais, a aceitação da restrição da cidadania por partes dos brasileiros provêm um ensino ineficaz que acarreta a falta de conhecimento sobre seus direitos. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio(PNAD) o Brasil possui cerca de 11 milhões de analfabetos  e somente 8 a cada 100 pessoas tem o perfeito domínio da leitura. Logo, é inadmissível que essa conjuntura continue a perdurar.

Portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível  que  o governo, por meio da mídia, palestras façam com que esses cidadãos voltem á escola para concluir o ensino. Além disso, cabe ao Ministério da Educação  criar plataformas digitais de ensino para o estudo a distancia e trazer o EJA para as comunidades mais carentes, assim, se consolidara uma sociedade mais igualitária onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.