Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 12/01/2021

A Constituição Federal de 1988 garante acesso a educação a todos os brasileiros. Embora seja uma conquista, o problema do analfabetismo funcional continua presente no Brasil, visto que segundo o Inaf, cerca de 30% dos brasileiros são analfabetos funcionais e não conseguem, por exemplo, fazer operações básicas de matemática. Dessa forma, em razão do silenciamento e da falta de responsabilidade governamental, emerge um problema complexo, que necessita ser revertido.

Primeiramente, é preciso salientar que o silenciamento é uma causa latente do problema. Segundo Foucault, muitos temas são silenciados para que estruturas de poder sejam mantidas. Diante disso, verifica-se uma lacuna em torno dos debates sobre o analfabestismo funcional, o que contribui com o aumento da falta de conhecimento da população sobre a questão, tornando sua resolução mais díficil.

Ademais, outra causa para a configuração do problema é a falta de responsabiidade governamental. De acordo com Kant, o ser humano é resultado da educação que teve. Sob esse prisma, a falta de educação resulta na má formação do ser humano e consequentemente da sociedade, afetando em todos os aspectos da vida do homem. No que tange ao analfabetismo, verifica-se uma forte influência dessa causa, uma vez que o Ministério da Educação não tem cumprido seu papel no sentido de reverter e prevenir o problema.

Em síntese, o analfabetismo funcional é algo que preciso ser revertido. Com efeito, é fulcral que o Ministério da Educação, orgão governamental responsável por garantir a educação dos brasileiros, promova maior fiscalização na qualidade do ensino público oferecido e nos brasileiros, principalmente crianças e adoslescentes, para conferir se estão indo a escola, por meio de políticas públicas, com o fito de reduzir o problema do analfabestismo funcional. Destarte, garantir-se-á a realização da Constituição brasileira.