Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 15/12/2020

Sabe-se que a Constituição Federal no Art. 205 garantia à todos a educação como dever de Estado. Todavia, o crescimento significativo do analfabetismo funcional no Brasil adversa esse conceito, visto que tal empecilho advém da falta de investimento educativo nas áreas mais carentes e o aumento da evasão escolar. Assim, convém a análise das causas citadas e alternativas alternativas para a resolução do problema citado.

Precipuamente, ressalta-se a negligência do governo por não investir os recursos fornecidos que garantem uma alfabetização funcional nas escolas das periferias e áreas mais pobres, consequência da urbanização nas grandes cidades, o que deixa como cidades do interior a mercê de uma péssima infraestrutura e pouquíssimo ou nenhum incentivo à escolaridade.    Ademais, a evasão escolar é um importante fator contribuinte para o alto percentual de analfabetos transmitidos no Brasil. Consoante ao IBGE, uma pesquisa realizada em julho de 2020 evidencia que, dos 50 milhões de jovens entre 14 e 29 anos, 20% não concluíram a educação básica e que, em 2018, o percentual de jovens de baixa renda que abandonaram a era escola oito vezes maior que o dos jovens mais ricos. O motivo: necessidade de trabalhar ou desinteresse. Dessarte, compreende-se que, a fim de sobreviver em meio à recursos escassos, os brasileiros pouco se empenham ou abandonam completamente os estudos.

Em suma, diante da problemática em questão, é imprescindível o investimento na educação pelo MEC, por meio de verbas governamentais para promoção um melhor espaço educacional e assim melhorar o ensino de unidades mais necessitadas, além de programas de incentivo aos estudos para jovens para evitar o crescimento na taxa de evasão escolar. Assim, espera-se que o número de brasileiros analfabetos torne-se insignificante.