Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 12/01/2021

O histórico ligado à pobreza foi o pilar-mor para sustentar o “analfabetis- mo funcional”, uma vez que a necessidade de sobrevivência tornou-se inerente ao indivíduo, ou seja, entre “viver e estudar” sempre será preferí-vel a primeira opção. No entanto, ampliar os programas sociais junto à ação de estimular aprendizagem são alternativas para minimizar o índice de pessoas com deficiência educativa.

Nesse contexto, sabe-se que a sociedade brasileira é nutrida pelo mode-lo capitalista e, consequentemente, esse padrão lança indivíduos às margens de uma sociedade desigual, com isso faz-se essencial o fortalecimento de programas que promovam condições para evolução educacional. De acordo com o Programa Social, Bolsa Família, cerca de 57,4% de pessoas inseridas no Cadastro Único de Programas Sociais vive em situação de pobreza extrema. Portanto, falar em superação do déficit educativo é aliceçar condições, para que os mesmos possam estudar, pois “alimentar a mente, não é suprir necessidades basilares”.

Em segundo plano, o estímulo à apredizagem está cada vez mais distante da relação aluno e professor, isto é, os indivíduos estam ainda mais desapetitosos pelo ensino, o que força ao corpo docente assumir a “posição de artesãos educativos”, moldando a massa discente. Segundo Darcy Ribeiro, escritor e antropólogo, o ensino no Brasil resumi-se no conceito de “Pacto de Mediocridade”, quer dizer que o professor ensina mal e o aluno aprende mal, mas ambos não reclamam. Produto disso, é a consolidação do analfabetismo funcional, onde o ensino de má qualidade causará ruídos na interpretação dos apredizes.

Infere-se, pois, que esse problema educacional deve ser superado. Mediante isso, cabe ao Governo Federal o aumento de verbas destinadas aos programas sociais e ao Ministério da Educação toca a função da criação de campanhas mensais, com psicopedagogas(o) que ministrem através de videoaulas sobre a importância da educação. Resultado disso, é a viabilização de condições para aprendizagem e a valorização do ensino.