Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 30/12/2020
Consoante ao Poeta Cazuza, “eu vejo o futuro repetir o passado” o analfabetismo funcional no Brasil não é um problema atual. Desde a civilização grega essa virtude é uma realidade. De mesmo modo na contemporaneidade, as dificuldades persistem seja pela baixa qualidade do ensino ou pela desigualdade entre brancos e pretos.
Em primeira análise é válido resaltar que a educação brasileira nas escolas é totalmente precária, inúmeros problemas existem tais como, defeciência em sua infraestrutura, a facilidade de aprovação e ensino básico desqualificado. De acordo com a música “estudo errado” do Gabriel O Pensador retrata a forma como o professor finge que explica a matéria e dar a matéria ao quadro e o aluno finge que entende e copia. No entanto, prejudicial aos que optam por um futuro melhor.
Outrossim, vale salientar que a desigualdade no Brasil ainda é frequente, prova disso é infelizmente o percentual de brasileiros com 60 anos ou mais analfabetos 9,5% são da cor branca, logo, entre os pretos e pardos a taxa chegou ao 27,1% o que equivale a 11 milhões de pessoas no ano de 2019. Antigamente, os escravos africanos eram analfabetos e sob essa lógica eram humilhados e desrepeitaos, pela sua conjuntura social. Dessa maneira as suas raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam essa questão de ser resolvida.
Para que a adversidade seja minimizada, portanto, é necessário uma intervenção das autoridades competentes. Sendo assim o Ministério da Educação por meio de parceria com o Estado deve investir em infraestruturas dessas escolas, incentivar e investir em oficinas educativas semanais na escola. O intuito da sua proposta é diminuir o analfabestimo entre jovens, o que irá propor consequentemente uma qualificação na vida de cada indivíduo. Feito isso o conflito vivenciado será gradativamente erradicado no país.