Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 05/01/2021
Ao avaliar que “A direção na qual a educação se inicia a um homem irá determinar sua vida futura”, o filósofo Platão instiga um debate acerca da importância do ensino. Todavia, esse pensamento vai de encontro com o analfabetismo funcional no Brasil hodierno, em decorrência da desvalorização da educação, panorama que urge medidas, seja pela melhoria na educação básica, seja pela associação do aprendizado a recursos teconológicos.
Concernente à temática da atuação das escolas e creches, essas instituições são fundamentais para a redução de analfabetos no país. Essa premissa esta associada ao programa do Ministério da Educação, o “Mais Alfabetização”, que determina o investimento na educação básica da população, com o escopo de desenvolver aspectos no indivíduo como o raciocinio lógico e habilidades interpretativas. Contudo, é notório que a realidade do sistema educativo público com a omissão de professores e recursos pedagógicos inviabiliza um ensino qualificado e, desse modo, uma parcela de estudantes apresenta limitações nas tarefas cotidianas.
Ademais, é relevante o papel das ferramentas digitais para disserminar o ensino no país. Essa assertiva é relacionada ao avanço tecnológico que possibilitou a maior adesão ao ensino a distância e ao axílio de redes sociais e plataformas onlines para o processo pedagógico, fator que é relevante para diminuir o analfabetismo funcional, visto que esses recursos virtuais são interativos e muito consumidos socialmente. Dessa maneira, a tecnologia irá facilitar no reforço do ensino aos indivíduos com dificuldades em áreas do conhecimento.
Portanto, é imprescíndivel a ação de órgãos políticos para mitigar o analfabetismo funcional no Brasil. Para tanto, o Ministério da Educação deve assegurar um sistema educacional qualificado, principalmente de instituições públicas, por meio do investimento em materiais escolares e