Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 06/01/2021

Promulgada pela ONU em 1948, a declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos à educação e ao bem estar social. Contudo, o analfabetismo funcional no Brasil impossibilita que uma parcela da população desfrute desse direito na prática. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

É indiscutível que a questão constitucional e sua aplicação esteja entre as causas do problema. Tal fato se reflete nos escassos investimentos governamentais em qualificação profissional e em melhor suporte físico, medidas que tornariam o cenário de descaso público num ensino de qualidade. No entanto, a falta de administração e fiscalização pública isso não é firmado.

Outro ponto relevante nessa temática, é a dificuldade dos analfabetos funcionais em ler e interpretar bulas, manuais, mensagens de redes sociais, placas. Deve-se destacar o obstáculo que essas pessoas enfrentam ao tentar se inserir no mercado de trabalho devido a falta de habilidades de escrita e leitura. Nessa linha de raciocínio, o escritor António Lobo Antunes afirma que um povo que lê nunca será um povo escravo. Assim faz-se necessário atenuar essa falta de assistência à sociedade.     Portanto medidas são indispensáveis para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil. Dessa maneira, é imprescindível que aja ação na raiz da problemática. O MEC em parceria com o Governo Federal devem investir recursos em qualificação dos professores com foco na modificação do processo de escrita e leitura, aumentar significativamente as produções de textos e equipar bibliotecas para melhor atender a comunidade. Dessa forma, o Brasil poderá superar esse impasse.