Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 08/01/2021
O sociólogo Durkheim postulou o termo “anomia social” para se referir ao estado de caos na sociedade, o qual se aplica à questão do analfabetismo funcional no Brasil. Nesse sentido, cabe salientar que a defasagem do material didático adequado aliada a não preparção dos professores é um entrave para superar esse obstáculo. Além disso, mitigar o problema da evasão escolar é essencial para reduzir o aletramento inadequado dos indivíduos. Desse modo, é de suma importância que haja medidas para reverter essa situação.
Nesse contexto de analfabetismo funcional, de acordo com o Correio do Povo, 29% brasileiros de 15 á 64 anos sabem ler, mas não compreendem o que esta escrito. Por isso, é fundamental que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), reformule p material educacional a fim de torna-lo mais adequado para os estudantes, pois assim, pode possibilitar em uma melhor aprendizagem dos alunos. Visto que, dados do INEP, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas, afirma que 15% dos brasileiros têm dois ou mais anos acima da idade de referência para a série em que estão. Somado a isso, é imprescindível a capacitação dos professores, para que esses possam auxiliar os alunos de maneira adequada. Dessa forma, se legitimará o direito presente na Constituição Federal em que todos têm acesso a educação.
Ainda nesse viés educacional, segundo o INEP, o analfabetismo seja funcional ou total, chega a ser 20 vezes maior entre os mais pobres. Tal dado se confirma ao verificar a crescente evasão escolar, que de acordo com o Potal G1, aumentou significativamente nos últimos 5 anos. Ja que, os estudantes em situação de vulnerabilidade, por vezes, precisam trabalhar e estudar, com isso, abondonam os estudos e passam a não ter leitura proeficiente e contribui para as taxas de analfabetismo funcional no Brasil. Logo, são essencias programas assistenciais mais efetivos que ajudem na permanência dos alunos.
Portanto, faz-se necessário que o Estado atue aliado ao Ministério da Educação (MEC) e BNCC para promover a inovação de materiais de estudo que ajudem na melhor compreensão dos alunos, para que assim, facilite-se o entendimento. Ademais, o MEC deve fornecer cursos e palestras para os educadores com especialistas na área, para que esses profissionais da educação possa, estar preparados para sanar as dúvidas e auxiliar em um melhor aletramento para os estudantes. Inteirado a isso, o MEC com o Ministério da Economia deve fornecer aos alunos em situação de carência melhorias nos programas assistenciais já existentes, como o Bolsa Família, ao oferecer bonificação para os alunos com melhores notas, assim sendo, esses possam estudar e não precisam abandonar a escola para se manter. Sendo, esses passam a estudar e não precisam abondonar a escola para se manter. Dessa maneira, conseguir-se-á mitigar o analfabetismo funcional no Brasil.